Visão global e pessoal, sobre temas da actualidade Nacional.
publicado por João Ricardo Lopes | Sábado, 29 Agosto , 2009, 14:19
De tudo quanto tenho visto, ouvido e lido ao longo de anos, desde 1974 ( depois do 25 de Abri), ressalta o facto de quase sempre serem os mesmo e as mesmas propostas mais ou menos arranjadas conforme o momento em que se vive.
Ao longo de todo este tempo, houve alturas em que as propostas foram apresentadas com clareza e aplicadas em programas de governo ou simplesmente deixadas cair por conveniências eleitorais. já o disse por mais de uma vez que o MEDO de se perderem os "tachos" fazem com que os nossos "profissionais da política" não assumam as suas responsabilidades. É claro que no geral da população eleitoral, não tem havido lugar à mudança, e que a bipolarização partidária não deixa lugar a mais nada.
Os média formam opiniões e incutem no pensamento do eleitorado a ideia de que são os Partidos de sempre os que têm direito à vida e que todos os outros apenas existem para fazer número. Não concordo nada com isso. Eu próprio, fui militante activo do CDS, membro da Juventude Centrista, com assento na mesa do congresso ao tempo da liderança de Manuel Monteiro, Autarca, na Assembleia Municipal em Vila Nova de Paiva - Distrito de Viseu , entre outras actividaddes, no tempo em que ser centrista tinha significado e era este o partido em que me
revia. Mas com o tempo, tudo isso mudou. Dei por mim a viver num País em que pensar em si próprio e não nos outros era o importante e resolvi deixar a política, desacreditado que estava da sua utilidade. Foram dez os anos de afastamento. Não via nada nem ninguém que me fizesse acreditar. Pensei sempre que ainda não era tarde lutar por este País, mas todos os caminhos traçavam mais o meu afastamento.
Com o surgimento do MEP, ainda enquanto movimento, renasceu a esperança. acompanhei dentro do possível o seu desenvolvimento e com maior enfâse no desenrolar da campanha Europeia.
Foi bom de ver a lufada de ar fresco que entrou na Democracia Portuguesa, pelas palavras simples e directas. Passíveis de serem entendidas e compreendidas pelo comum dos cidadãos.
O que me deixa pena, e mais uma vez a ela me refiro, é o facto da nossa comunicação social e o coro de analistas, não darem a importância devida a quem pode fazer a diferença. São grandes os poderes instalados. A força que destroi e não ajuda. Que não avança nem deixa avançar. Que apenas serve interesses próprios, e o resto...
Há que dar a volta a este estado de coisas. Não sejamos hipócritas. Ninguém vai consertar o mundo com frases feitas. Mas é preciso fazer mais cada vez mais! Vamos a isso!

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