Visão global e pessoal, sobre temas da actualidade Nacional.
publicado por João Ricardo Lopes | Quinta-feira, 19 Maio , 2011, 23:36
 

Vivemos tempos difíceis, tormentosos, de pré convulsão social. Ninguém, por mais cenários que imagine ou estudos que faça, pode em sã consciência dar uma ideia definitiva para a resolução dos nossos problemas. A volatilidade dos mercados e a velocidade com que se alteram as variadas correlações de forças e interesses, não o permitem.Estamos em plena pré-campanha e, até agora, a única coisa que ouvimos foi o degladiar constante entre PS e PSD sobre quem tem ou não culpa ou quem tem ou não razão. Assistimos à fuga das responsabilidades que lhes são inerentes.Não se ouve da parte dos líderes destes dois partidos, nada de verdadeiramente concreto, objectivo. Temo que a campanha oficial que se avizinha, entre ainda mais na mesquinha e desgastada técnica dos ataques pessoais que nada contribuem para o esclarecimento do cidadão.No próximo dia 5 de Junho joga-se uma catada importante e mesmo decisiva para o País face ao que nos espera. Saibamos ouvir, analisar com grande ponderação e, desta vez, decidir pela mudança.Valorizar o trabalho de quem ao longo dos últimos anos soube ser coerente e incisivo. Atento e real conhecedor da vida quotidiana. O trabalho de quem esteve no terreno com verdadeiro sentido de Estado. De quem esteve e disse presente junto das populações, dos vários sectores de actividade. Ouvindo atentamente quem neles intervém diariamente e sofre na pele com os desvarios da governação socialista. Leia-se, de José Sócrates.Está na hora de dar uma oportunidade a quem sempre esteve na primeira linha de defesa dos mais pobres, dos pensionistas, dos idosos que não podem comprar medicamentos ou pão, dos desempregados, dos contratados a prazo, dos que trabalham com falsos recibos verdes. Dos que não conseguem, hoje, fazer face aos compromissos e desesperam por uma melhoria na sua condição de vida.Para conduzir com eficácia a gestão da coisa pública, temos de apostar em quem realmente quer ver crescer a economia nacional sem artimanhas, sem jogos de bastidores. O CDS, apresentou, documentou e esclareceu várias soluções tendo em vista o desembaraçar da "meada" e da embrulhada em que nos vimos metidos. Mas a cegueira, a vaidade, do ainda Primeiro Ministro e seus seguidores, não permitiu sequer que houvesse lugar à análise e experimentação prática das propostas. Do lado mais à esquerda do espectro político, mais uma vez assistimos à debandada de PCP e BE. À não presença nos momentos e locais próprios para defesa dos interesses daqueles que dizem defender e que rotulam de sacrificados.Para Portugal, ESTE É O MOMENTO!O CDS é a solução!


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