Visão global e pessoal, sobre temas da actualidade Nacional.
publicado por João Ricardo Lopes | Sexta-feira, 10 Abril , 2009, 21:29

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        Passam já dez meses desde o primeiro.

        Dez meses!!!

        Tanta coisa mudou e muita ficou na mesma.

        Mudou o saber que houve uma crise económica e que por muito que tentassem esconde-la, ela chegou feroz e avassaladora. Sem piedade de tantos que, com o suor do rosto, trabalharam incessantemente e para muitos de nada valeu.

        Mudou a vida de todos quantos viram os seus projectos de vida, irremedialvelmente perdidos, sem sequer saberem concretamente o porque de tudo o que aconteceu...

        Mudou o facto de todos aqueles que, supostamente,  deviam explicar por palavras simples o sucedido, nada terem feito.

        A vida corre... muito depressa. Tão depressa que nem sequer da tempo para recuperar do choque d tudo perder.

        Pode parecer estranho o que digo mas deve ser o que muita gente pensa.

        Da que pensar a razão pela qual os nossos governantes nada dizem ao povo.

        Eu sei que em tempos como estes, à beira de três actos eleitorais, tudo o que possa interferir com o perpectuar de lugares é incomodo e perigoso. O perder o poder e as regalias é algo com o qual os nossos políticos não conseguem lidar. O dar uma ideia que,mesmo sabendo poder ser aproveitada por outros e em prejuízo próprio, não é possível pois se isso der para perder votos... ai "Jesus" que não pode ser. 

        Sei que tudo isso pode parecer estranho, mas sei também que é o que a maior parte da populção pensa. 

        Não há políticos sérios? Claro que sim e, creio que em grande número.

        Mas também é verdade que a maior parte esta-se pura e simplesmente nas tintas para o povo que o elegeu ou elege a cada acto eleitoral.

       Como disse antes, o medo de perder a posição, o estatuto, as mordomias, comanda a vida dos Srs Politicos. O simples cidadão, aquele que sofre nada importa.

        Fechem-se as fábricas, as lojas, os ecritórios, os cafés e restaurantes. è a crise!

        Não haja pão na mesa e casa para viver, porque não se pagam as prestações... isso não importa. Não se comprem medicamentos, carne, legumes, leite, porque o dimheiro do mês não chega. Não importa. Algumas palavras bonitas e circunstanciais tudo resolvem.

        Falem os do governo e contraponha a oposição. Entrentenha-se o povo com fantochadas. Será que resulta? Sempre a presença do "Ponto de Interrogação".              


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